O QUE VOCÊ PENSA SOBRE O PROJETO EM TRAMITAÇÃO NO CONGRESSO SOBRE A CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA?
6 comentários:
Anônimo
disse...
Qualquer tipo de pré-conceito ou discriminação deve ser combatido, acho que devemos ter cuidado quando criamos uma lei, uma vez que, essa lei não sendo bem redigida pode dar direito a diversas interpretações, neste caso poderá resolver um problema e criar outros.
Se os paralamentares fossem mais inteligentes (sensíveis), ou consultassem filósfos, sociólgos, antropólogos e historiadores iriam além deste projeto - que é válido -, mas atacar o preconceito de forma radical, implica em investigar a real natureza deste, que deve ter uma raiz comum à todas as formas, e não apenas criando uma lei para cada preconceito. Ou seja, implantar na educação desde a mais tenra idade a reflexão sobre o preconceito no conteúdo escolar. Com isso as suas bases estariram sempre fragilizadas pelo pensar correto sobre o este. Veja neste link como a física pode ajudar a explicar o preconceito: http://www.youtube.com/watch?v=qGJ9VO3O34E&feature=fvsr
O que é que muda para a sociedade como um todo? Talvez continue tudo, do mesmo modo que está, apenas trocando os protagonistas das relações, quando na verdade, a questão oportuniza a todos a um aprofundamento maior acerca da afetividade como um todo. O que é paixão? O que é amor? A relação é saudável, do ponto de vista físico, psíquico e moral? Se há respostas positivas aos três itens acima, entao é possível, sim, um relacionamento nos moldes da consciência que os novos rumos propõem. Pois, o que se vê no dia a dia são desligamentos a todo instante, justamente por os seres humanos não estarem preparados para cohabitarem como deveriam, e isso sim, deveria ser também trabalhado (não ensinado) nas escolas, já que as emoções trazem as pessoas de corda curta todo o tempo. Então, que tal trata-las como realmente são a ponto de não mais ser vítimas das chamadas ilusões que tais emoções nas mentes ajudam a criar com a imaginação, para se descobrir a força e a beleza nas relações e sabedoria para preservar tudo nessa ordem. O resto, nada vai adiantar as quebras dos padrões, as leis impostas, os escândalos... nada irá mudar se não for resolvido o problema. Muita caridade, amor e principalmente, compreensão.
Não se trata de ensinar no sentido de transmitir ou depositar conhecimento, mas refletir juntos baseado no amor a convivência, pois como diria Levinas: o paraíso é o outro. Penso numa escola sensibilizadora, e não conteudista. Pois ao abordarmos o preconceito de forma impessoal estaremos tocando no núcleo e não na periferia personalista.
Queridos, não tenho certeza se a criminalização reduziria o preconceito. Talvez diminuisse a manifestação do mesmo. No entanto não resolve problemas tanto da homofobia, quanto da homosexualidade.
A Loja Cavaleiros da Luz nº 147 faz parte, juntamente com as Lojas Schebna nº 153, Manoel Lopes nº 157 e Joir Brasileiro nº 57, da Pirâmide da Espiritualidade da Maçonaria Baiana.
Estas Lojas são as primeiras que têm por missão resgatar e fortalecer a espiritualidade na Maçonaria, destacando sua presença em nossa história, rituais e documentos, através da investigação, análise e busca de compreensão nas sessões que realizam, além de inspirar outras Lojas a fazerem o mesmo.
6 comentários:
Qualquer tipo de pré-conceito ou discriminação deve ser combatido, acho que devemos ter cuidado quando criamos uma lei, uma vez que, essa lei não sendo bem redigida pode dar direito a diversas interpretações, neste caso poderá resolver um problema e criar outros.
Se os paralamentares fossem mais inteligentes (sensíveis), ou consultassem filósfos, sociólgos, antropólogos e historiadores iriam além deste projeto - que é válido -, mas atacar o preconceito de forma radical, implica em investigar a real natureza deste, que deve ter uma raiz comum à todas as formas, e não apenas criando uma lei para cada preconceito. Ou seja, implantar na educação desde a mais tenra idade a reflexão sobre o preconceito no conteúdo escolar. Com isso as suas bases estariram sempre fragilizadas pelo pensar correto sobre o este.
Veja neste link como a física pode ajudar a explicar o preconceito: http://www.youtube.com/watch?v=qGJ9VO3O34E&feature=fvsr
O que é que muda para a sociedade como um todo? Talvez continue tudo, do mesmo modo que está, apenas trocando os protagonistas das relações, quando na verdade, a questão oportuniza a todos a um aprofundamento maior acerca da afetividade como um todo. O que é paixão? O que é amor? A relação é saudável, do ponto de vista físico, psíquico e moral? Se há respostas positivas aos três itens acima, entao é possível, sim, um relacionamento nos moldes da consciência que os novos rumos propõem. Pois, o que se vê no dia a dia são desligamentos a todo instante, justamente por os seres humanos não estarem preparados para cohabitarem como deveriam, e isso sim, deveria ser também trabalhado (não ensinado) nas escolas, já que as emoções trazem as pessoas de corda curta todo o tempo. Então, que tal trata-las como realmente são a ponto de não mais ser vítimas das chamadas ilusões que tais emoções nas mentes ajudam a criar com a imaginação, para se descobrir a força e a beleza nas relações e sabedoria para preservar tudo nessa ordem. O resto, nada vai adiantar as quebras dos padrões, as leis impostas, os escândalos... nada irá mudar se não for resolvido o problema.
Muita caridade, amor e principalmente, compreensão.
Não se trata de ensinar no sentido de transmitir ou depositar conhecimento, mas refletir juntos baseado no amor a convivência, pois como diria Levinas: o paraíso é o outro.
Penso numa escola sensibilizadora, e não conteudista. Pois ao abordarmos o preconceito de forma impessoal estaremos tocando no núcleo e não na periferia personalista.
Queridos, não tenho certeza se a criminalização reduziria o preconceito. Talvez diminuisse a manifestação do mesmo. No entanto não resolve problemas tanto da homofobia, quanto da homosexualidade.
homossexualidade não é problema, homofobia sim!
Postar um comentário
Participe